Especialistas em gestão da memória do Judiciário visitam Memorial do TRT-CE
- Página atualizada em 05/11/2026
O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE) recebeu na quinta-feira (5/11) para uma visita institucional o juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), Carlos Alexandre Bottcher e da chefe do Memorial da Justiça do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a historiadora e analista judiciária Mônica Maria de Pádua Souto da Cunha.
A comitiva foi recepcionada pela presidente do TRT-CE, desembargadora Fernanda Uchôa, com a presença da coordenadora do Comitê de Gestão Documental e Memória, desembargadora Roseli Mendes Alencar; o secretário-geral da presidência, Fernando Antônio de Freitas Lima; o supervisor operacional do Núcleo de Apoio à Gestão Documental do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), Ezequiel Pereira de Sales; a diretora da Biblioteca Aderbal N. Freire, Rejane Albuquerque; a servidora da Divisão de Gestão de Memória, Cláudia Giovana, e a servidora da Divisão de Gestão Documental, Ana Virgínia Lima de Lucena.
O encontro institucional teve como objetivo proporcionar uma troca de experiências e conhecimentos sobre preservação da memória e gestão documental no âmbito do Poder Judiciário. A programação incluiu uma visita ao Gabinete da Presidência do TRT-CE e uma visita ao Memorial da Justiça do Trabalho do Ceará.
A visita se deu na mesma semana do VI Seminário Internacional Brasil no Século XIX, realizado nos dias 3 a 5 de novembro, no qual os visitantes atuaram como palestrantes e coordenadores de simpósios temáticos.
O juiz Carlos Alexandre Böttcher integra o Comitê do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no qual coordena os Subcomitês de Memória e de Capacitação.
À frente da presidência do Proname, destaca-se a atuante e expressiva liderança do conselheiro do CNJ e desembargador do TRT-CE, Paulo Régis Machado Botelho, que exerce com excelência as funções de conselheiro, supervisor e presidente do programa.
A visita reforça a importância do diálogo e da cooperação entre instituições do Judiciário, favorecendo a troca de experiências e o fortalecimento das políticas de gestão documental e gestão da memória, fundamentais para a preservação do patrimônio histórico e para a compreensão da trajetória da Justiça brasileira.













