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Ministério das Mulheres e MDHC instituem o Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência (FNMD)

Fotografia de cinco mulheres conversando em um ambiente interno. Ao centro, uma mulher com deficiência física, sentada em cadeira de rodas, gesticula enquanto fala. As demais mulheres a escutam, incluindo uma mulher com deficiência visual, que utiliza óculos escuros e bengala, e outra com aparelho auditivo. Ao fundo, um painel roxo apresenta o nome “Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência (FNMD)”. No canto inferior esquerdo, aparece a logomarca do TRT da 7ª Região – Ceará.

Os Ministérios das Mulheres e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) instituíram, por meio da Portaria Conjunta nº 3, de 20 de outubro de 2026, o Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência (FNMD). A medida visa ampliar a inserção dessas mulheres na formulação de políticas públicas e consolidar seu protagonismo na garantia de direitos.

Com vigência de dois anos, prorrogável por igual período, o Fórum terá gestão alternada alternada entre os dois ministérios. A proposta tem como objetivo promover o diálogo e o debate fundamentado acerca das vivências, das desigualdades e das diferentes manifestações de violência e discriminação vivenciada por mulheres com deficiência. O ato normativo será publicado no Diário Oficial da União (DOU).

No Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (CPAI), sob a coordenação  do desembargador Francisco Tarcísio Guedes Lima Verde Júnior, desenvolve ações estratégicas direcionadas  à promoção da acessibilidade e da inclusão, além de campanhas de conscientização e enfrentamento ao capacitismo.

Em atuação conjunta e de forma transversal, o Subcomitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina e de Igualdade de Gênero (Sipifig) e a Ouvidoria da Mulher do TRT-CE, sob a coordenação da desembargadora Maria Roseli Mendes Alencar, atuam na promoção da equidade, impulsionando iniciativas voltadas à igualdade de gênero, ao fortalecimento da representatividade e ao enfrentamento às diversas formas de discriminação e violência no âmbito institucional.

Para o TRT-CE, iniciativas como a criação do FNMD reforçam a importância da participação social e do diálogo institucional na salvaguarda dos direitos das pessoas com deficiência. O Tribunal reafirma, desta forma, seu compromisso com a inclusão, a equidade de oportunidades e o combate a todas as formas de discriminação.