Desembargador do TRT-CE e conselheiro do CNJ realiza visitas institucionais a tribunais de SP
- Página atualizada em 16/09/2026
O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), Paulo Régis Machado Botelho cumpriu, nos dias 10 e 11 de setembro, uma agenda de visitas institucionais a tribunais sediados na capital paulista.
Os encontros tiveram como objetivo central aproximar o CNJ das instâncias regionais e alinhar diretrizes relativas às políticas judiciárias sob supervisão do conselheiro no órgão nacional, com destaque para a pauta da Sustentabilidade, notadamente a questão da implementação da Recomendação CNJ 169/2026 que trata justamente do pagamento dos catadores pelo material reciclável dos Tribunais.
Diálogo com os Tribunais de São Paulo
A agenda teve início na quinta-feira (10/9), com uma reunião no Gabinete da Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), onde o conselheiro foi recebido pelo presidente da Corte, desembargador Valdir Florindo. Durante o encontro, foram debatidos temas como gestão, modernização, parcerias institucionais e pautas administrativas e socioambientais.
No mesmo dia, o desembargador visitou o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), sendo recepcionado pelo presidente do órgão, desembargador federal Luís Antonio Johonsom di Salvo, em uma visita de cortesia para tratar de temas afetos à Justiça Federal.
Na sexta-feira (11/9), o conselheiro reuniu-se com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desembargador Francisco Eduardo Loureiro. A reunião, realizada no Gabinete da Presidência do TJSP, contou também com a participação da juíza assessora da Presidência (Gabinete Civil), Camila de Jesus Mello Gonçalves.
Alinhamento e próximas agendas
De acordo com o conselheiro Paulo Régis Botelho, o diálogo direto com as presidências dos tribunais é fundamental para conhecer a realidade de cada instituição. O conselheiro destacou ainda que pretende dar continuidade ao roteiro de agendas institucionais no estado em uma oportunidade futura, contemplando também os tribunais das demais áreas de jurisdição, como a Justiça Eleitoral e a Justiça Militar.













