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TRT-CE realiza visita institucional ao projeto Ação Integrada da UFMT

A imagem mostra um grupo de aproximadamente 30 pessoas reunidas para uma fotografia coletiva em um espaço coberto, com estrutura de madeira e paredes claras ao fundo. Os participantes estão organizados em duas fileiras, alguns em pé e outros sentados ou agachados, olhando para a câmera. Há pessoas de diferentes idades, usando roupas variadas, e algumas vestem camisetas com a identificação do projeto Ação Integrada.

Na sexta-feira (4/9), o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE) participou de uma visita institucional ao projeto Ação Integrada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Santo Antônio do Leverger (MT). Estiveram presentes na visita, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e desembargador do TRT-CE Paulo Régis Machado Botelho, além de um dos gestores regionais do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e de Proteção ao Trabalho do Imigrante (Pete), o juiz Vladimir Paes de Castro. 

A visita ocorreu na fazenda da universidade, em um município próximo de Cuiabá (MT), e foi realizada a partir de uma ação do Pete. O encontro contou com uma roda de conversa entre os representantes da Justiça do Trabalho e os alunos e docentes da Universidade sobre o projeto.

O Projeto Ação Integrada é uma iniciativa da UFMT, com parceria do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) e apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Com mais de 15 anos de atuação, o projeto é voltado para a formação e acolhimento de pessoas resgatadas em condições análogas à escravidão. A partir disso, o projeto promove qualificação profissional e aulas para quem não é alfabetizado. 

A participação do TRT-CE reforça o compromisso do Tribunal com o enfrentamento ao trabalho escravo e a promoção do trabalho digno. A Justiça do Trabalho atua de forma proativa para o acolhimento e a reinserção social de trabalhadores resgatados, desenvolvendo políticas públicas e parcerias educativas voltadas à erradicação do trabalho análogo ao de escravo no Ceará. Além disso, assegura que a atuação judicial ultrapasse os muros da instituição para garantir a dignidade humana e os direitos fundamentais em todo o estado.