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Nota de Pesar pelo falecimento do ministro aposentado do TST, Luiz José Guimarães Falcão

Retrato de um homem idoso sorridente, de pele clara, cabelos brancos curtos, barba rala grisalha e óculos de grau com armação fina, vestindo terno preto listrado, camisa branca e gravata cinza.  Ele está posicionado em primeiro plano e, ao fundo, vê-se parcialmente a silhueta de outra pessoa vestindo terno escuro com gravata cinza e lenço vermelho no bolso.  Na parte inferior da imagem, há uma faixa preta translúcida com o nome "Luiz José Guimarães Falcão" escrito em letras cursivas brancas, seguido pelas datas "16/05/1934 | 06/06/2026".

O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), por intermédio de sua presidente, desembargadora Fernanda Uchôa, manifesta o seu mais profundo pesar pelo falecimento do ministro aposentado Luiz José Guimarães Falcão, ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ocorrido no dia 6 de junho. O velório do ex-presidente do TST Luiz José Guimarães Falcão foi realizado neste domingo (7), no edifício-sede da Corte, em Brasília.

Em nome da Corte Trabalhista do Ceará, a Presidência solidariza-se fraternalmente com a família enlutada, expressando sinceras condolências à sua filha, desembargadora do TRT da 10ª Região, Flávia Simões Falcão, e ao seu genro, vice-presidente do TST, ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos.

Trajetória

Com uma trajetória de singular relevância na história do Poder Judiciário brasileiro, o ministro Guimarães Falcão ingressou na magistratura em 1963 como juiz substituto, no TRT da 4º Região (RS), passando pelo TRT da 9ª Região (PR), onde exerceu a presidência entre 1978 e 1980. Em 1981, tomou posse no TST, onde desempenhou sucessivamente as altas funções de corregedor-geral da Justiça do Trabalho, vice-presidente e presidente da Corte no biênio 1991-1993. 

Sua gestão foi notadamente marcada pelo empenho institucional na expansão da Justiça do Trabalho sob a égide da Constituição de 1988. Destaca-se, ainda, sua atuação como membro fundador da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).

Diante desta perda irreparável para o cenário jurídico nacional, a Justiça do Trabalho do Ceará expressa sua reverência à memória de um magistrado que dedicou sua vida pública à defesa dos direitos sociais e ao fortalecimento das instituições democráticas. Que seu legado sirva de inspiração para as atuais e futuras gerações. Este Tribunal une-se em solidariedade aos familiares, amigos e à magistratura nacional, expressando votos de conforto a todos neste momento de profunda consternação.