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Corregedoria-Geral visita a Escola Judicial em terceiro dia de correição no TRT-CE

Em um auditório, a juíza Laura Anísia, de pele clara e cabelos presos, veste blazer azul e fala ao púlpito voltada para as autoridades. À direita, o Ministro José Roberto Pimenta e outros magistrados estão sentados à mesa de madeira, ouvindo a apresentação de forma atenta. Ao fundo, o público ocupa as poltronas cinzas do ambiente, onde se destaca uma faixa com o título "Visita da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho".
Magistrados Adalberto Ellery, Laura Anísia, des. Antônio Teófilo Filho, des. Clóvis Valença, min. José Roberto Pimenta (corregedor), desa. Roseli Mendes, juízas Raquel Vasconcelos e Rossana Tália; secretária executiva Flávia Regina

No terceiro dia da correição ordinária realizada pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT) na Justiça do Trabalho do Ceará, atualmente presidida pela desembargadora Fernanda Uchôa, a comitiva correicional concentrou suas atividades nesta quarta-feira (25/2), nas instalações da Escola Judicial (Ejud-7). No turno matutino, foram visitadas outras unidades administrativas, reservando-se o período vespertino para o alinhamento pedagógico e institucional. A Escola Judicial está sob a direção do desembargador Paulo Régis Machado Botelho. A fiscalização que ocorre entre os dias 23 e 27 de fevereiro, visa avaliar o desempenho e a estrutura do tribunal cearense.

Dois homens maduros, sorridentes e de terno, posam lado a lado segurando juntos uma mochila cinza com o logotipo da Escola Judicial do TRT 7ª Região. Eles estão em um ambiente interno, à frente de uma parede branca com letreiros metálicos onde se lê "Galeria dos Diretores" e "Escola Judicial". Ao fundo, à esquerda, há uma composição decorativa com fotos emolduradas de ex-diretores.
Vice-diretor da Ejud-7, des. Clóvis Valença entrega mochila institucional para o ministro corregedor José Roberto Pimenta

Visita institucional e intercâmbio de experiências

O ministro corregedor-geral, José Roberto Pimenta, acompanhado pelo seu assessor, Davi Farias Correia Lima, foram recebidos pelo desembargador e vice-diretor da Ejud-7, Clóvis Valença Alves Filho, no exercício da direção da Escola, juntamente com os membros do Conselho Consultivo e Administrativo. Durante a visita, o ministro destacou a evolução histórica das escolas judiciais, relembrando a criação do modelo de conselhos consultivos, hoje consolidado em todo o país.

O ministro enfatizou a importância da formação inicial e continuada, contrastando-a com os tempos em que magistrados assumiam audiências sem preparação prévia. "É uma função primordial. A gente sabe como isso é fundamental para quem é mais novo, como é importante essa adaptação gradativa à função de magistrado", afirmou o corregedor.

O desembargador Clóvis Valença destacou que o ministro corregedor "se mostrou satisfeito com o trabalho que a Escola vem desenvolvendo". Durante a visita, foi dada ciência ao ministro sobre o projeto de interiorização da Ejud-7, que leva seminários a cidades como Sobral, Crateús, Iguatu e a Região do Cariri, confirmando que o primeiro encontro de 2026 no interior ocorrerá nos dias 9 e 10 de abril. Além disso, o vice-diretor da Escola informou ao corregedor que as ações de capacitação são abrangentes, sendo direcionadas "também aos servidores, não apenas aos magistrados".

Um grupo de pessoas em trajes formais está reunido em um auditório ou sala de reuniões com paredes revestidas em tecido cinza e marrom. No centro, uma mulher de conjunto branco fala e gesticula, sendo observada atentamente por homens de terno e outras mulheres posicionadas ao seu redor. O ambiente possui iluminação suave e, ao fundo, vê-se uma porta aberta que dá para um corredor mais claro.
Desa. Roseli Mendes é conselheira da Ejud-7 e ouvidora da mulher no TRT-CE

A desembargadora Maria Roseli Mendes Alencar, conselheira da Ejud-7, reforçou a importância da visita correicional para o fortalecimento das diretrizes da Escola. Segundo a magistrada, a formação vai além do aspecto técnico, sendo a "alma da prestação jurisdicional". Roseli Mendes destacou que a instituição busca criar um ambiente de reflexão e acolhimento para que os magistrados estejam preparados para os desafios sociais da Justiça do Trabalho, unindo excelência técnica e humanismo.

A juíza e coordenadora pedagógica da Ejud-7, Laura Anísia Moreira, destacou ações como o Colóquio da Mulher, realizado em março para dar visibilidade a referências femininas de diversas profissões. Segundo a magistrada, o evento busca atingir o público que ocupa o espaço institucional da Escola. Ela mencionou ainda a "Sexta Jurídica", projeto que promove a integração acadêmica entre magistrados, servidores, juristas e estudantes, fortalecendo os vínculos com instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público.

Juízes do trabalho Adalberto Ellery, Raquel Vasconcelos, assessor Davi Farias e juíza Rossana Talia

Comitiva e recepção

Além do vice-diretor da Escola, desembargador Clóvis Valença e sua assessora Paula Goiana, a recepção contou ainda, com as presenças dos conselheiros da Ejud-7: os desembargadores Roseli Mendes Alencar e Antônio Teófilo Filho; os juízes e também conselheiros, Laura Anísia Moreira (coordenadora pedagógica), Raquel Vasconcelos, Rossana Tália Modesto e Adalberto Ellery Barreira. Também participaram do acolhimento à comitiva, a secretária executiva da Ejud-7 Flávia Regina Mendes e a equipe de trabalho da Escola. Foram apresentadas as instalações e os fluxos de trabalho ao ministro.

Próximos passos

A agenda da correição segue com ritmo intenso para os últimos dias:

  • 26 de fevereiro (quinta-feira): A equipe da Corregedoria-Geral dará continuidade às reuniões setoriais e ao exame de processos e documentos administrativos nas secretarias do Tribunal.

  • 27 de fevereiro (sexta-feira) às 10h: Encerramento dos trabalhos com a leitura da ata correcional em sessão plenária, momento em que serão apresentadas as conclusões e recomendações da CGJT para o TRT-CE.

Consulte aqui o cronograma.