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Ouvidoria do TRT-CE debate racismo ambiental e precarização do trabalho com jovens de Fortaleza

Uma foto de plano geral mostra um auditório iluminado com cadeiras vazias em primeiro plano. Um grande grupo de jovens, a maioria rapazes, está reunido no centro da sala, olhando para a câmera e parecendo celebrar um evento. Ao fundo, uma tela de projeção exibe um gráfico e texto.
O encontro aconteceu na Escola Estadual José Bezerra de Menezes

O desembargador José Antonio Parente da Silva, ouvidor do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-CE) participou de encontro na Escola Estadual José Bezerra de Menezes para um diálogo aberto com os jovens estudantes. O encontro, que ocorreu no dia 17 de dezembro, promoveu uma reflexão sobre o racismo estrutural no mercado de trabalho e as vulnerabilidades ambientais urbanas que afetam a população negra e periférica. 

Os principais pontos abordados incluíram:

- Proteção Social: Alerta sobre a falta de garantias na "uberização" do trabalho e a importância da preservação da CLT;

- Justiça Protetiva: Análise da violência estatal nas periferias e o papel da educação jurídica na proteção da juventude;

- Direitos Humanos: Discussão sobre o fomento à inclusão de populações vulneráveis e egressos do sistema prisional.

Uma foto de grupo mostra sete pessoas, quatro mulheres e três homens, em pé em um ambiente interno. Eles estão em frente a um grande quadro branco, sorrindo levemente para a câmera. O grupo parece amigável, com alguns braços dados, em uma sala de aula ou auditório.
A ação serviu como ponte entre a teoria acadêmica e a prática jurídica

O evento destacou o conceito de racismo ambiental, evidenciando como a desigualdade histórica reflete na precariedade do saneamento e na exposição a riscos ecológicos em áreas periféricas. A ação fortaleceu o papel pedagógico do Judiciário e motivou os estudantes a reconhecerem seus direitos e a lutarem pela superação das barreiras sociais e geográficas. A ação serviu como ponte entre a teoria acadêmica e a prática jurídica, resultando em um futuro onde a origem e a cor da pele não restrinjam o acesso à dignidade e à justiça.