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Delegação de magistrados do TRT-CE participa do Seminário COP 30, em Belém (PA)

Foto de um grupo de dez pessoas, composto por sete homens e três mulheres, em trajes formais. Eles estão em frente a um banner do evento "Seminário COP30: Mudanças Climáticas e Trabalho Decente na Amazônia", promovido pela Justiça do Trabalho. O grupo está distribuído em duas fileiras e posa para a câmera.
Parte da delegação de magistrados do TRT-CE no Seminário COP 30

Magistrados da Justiça do Trabalho do Ceará participaram do Seminário COP 30 Mudanças Climáticas e Trabalho Decente na Amazônia, em Belém. O evento é uma realização do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA/AP) e aconteceu entre os dias 6 a 8 de agosto. O objetivo principal foi discutir como a crise climática afeta o mundo do trabalho, especialmente na Amazônia. O seminário reuniu magistrados, magistradas, servidores, servidoras, pesquisadores e representantes de comunidades tradicionais para pensar soluções que promovam justiça social e ambiental.

Fotografia de quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, em pé e lado a lado. Eles estão em um evento, com um banner ao fundo sobre "Mudanças Climáticas e Trabalho Decente na Amazônia", com o logotipo "#TRT-8 na COP-30". As pessoas vestem trajes formais e sorriem discretamente para a câmera.
Juiz Raimundo Neto e desembargadores Clóvis Valença, Regina Gláucia e Paulo Régis

A delegação de magistrados cearense foi composta pelos desembargadores Francisco José Gomes, Regina Gláucia Nepomuceno, Durval Maia, Paulo Régis Botelho, Clóvis Valença, e pelos juízes Rafael Xerez, Rossana Modesto, Laura Anísia Moreira, Raimundo Neto, Célio Timbó, Maria Rafaela de Castro, Vladimir Castro e Rafael Carneiro.

A programação iniciou-se com a abertura oficial e uma conferência de boas-vindas. Em seguida, ocorreram painéis temáticos, nos quais foram debatidos assuntos como o agravamento do trabalho escravo contemporâneo, os impactos das mudanças climáticas sobre crianças e adolescentes, a segurança no trabalho em tempos de crise ambiental e as desigualdades sociais e territoriais envolvidas na questão climática. Os debates contaram com a participação de especialistas de várias regiões do país, além de representantes da Justiça do Trabalho e de movimentos sociais.

Três homens de terno e gravata estão em pé, em um auditório com cadeiras vermelhas e um púlpito ao lado. Ao fundo, um banner do "Seminário COP30" sobre mudanças climáticas é visível. O homem do centro sorri, enquanto os outros dois olham seriamente para a foto.
Gestores Regionais do Programa de Combate ao Trabalho Infantil (des. Durval Maia e juiz Célio Timbó) com o gestor nacional do Programa, ministro Evandro Valadão

No segundo dia, além dos painéis, foram realizadas oficinas para construção coletiva da Carta de Belém pelo Trabalho Decente. A proposta foi reunir, em um só documento, as ideias, propostas e compromissos discutidos durante o seminário. A carta é apresentada na plenária final como um posicionamento da Justiça do Trabalho frente aos desafios da transição ecológica.

Em um ambiente interno com bandeiras ao fundo, três pessoas posam para uma foto. No centro, um homem alto de óculos e terno sorri abertamente. Ele é ladeado por um homem de terno cinza à sua direita e uma mulher de cabelos curtos e blusa estampada à sua esquerda.
Gestores Regionais do Programa Trabalho Seguro (juiz Raimundo Neto e desa. Regina Gláucia) com o gestor nacional do Programa, ministro Alberto Balazeiro

O último dia da programação foi dedicado a uma vivência fora do ambiente institucional. Os participantes visitaram o território quilombola de Itacoã Miri, no município de Acará, para conhecer a realidade de uma comunidade tradicional que vive da cadeia produtiva do açaí. A atividade incluiu deslocamento fluvial, trilha interpretativa, lanche com alimentos locais e uma roda de conversa com moradores, lideranças quilombolas e trabalhadores locais.

O seminário foi promovido pelo TRT-8 em parceira com o Tribunal Superior do Trabalho, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho, a Escola Judicial do TRT da 8ª Região, a Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região.

Com informações da Secretaria de Comunicação do TRT-8