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TRT-CE e Bradesco fecham parceria para agilizar processos e realizar acordos

Fotografia colorida em plano médio de nove pessoas sentadas ao redor de uma mesa de reunião branca. Na mesa há copos d'água, xícaras de café, pratos com biscoitos e pães, celulares, papéis e canetas. No fundo, há uma parede branca com uma tapeçaria colorida com motivos de natureza e uma televisão preta.
O encontro contou com a participação de representantes do TRT-7 e do Bradesco

O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE) realizou, nesta segunda-feira (27/4), uma reunião estratégica na sede da instituição para tratar da adesão ao Acordo de Cooperação Técnica (ACT) TST nº 8/2023. O encontro contou com a participação de representantes do TRT-7 e do Bradesco e teve o objetivo de promover a cooperação entre os órgãos partícipes, visando a redução de litigiosidade e a racionalização do acervo processual do Banco Bradesco S.A.

Diretrizes do plano de trabalho

Durante a reunião, foi validada a elaboração de um Plano de Trabalho específico, que estabelece como meta principal a redução das reclamações trabalhistas em trâmite no âmbito da 7ª Região em que o banco seja parte. Sob a coordenação da Presidência, o projeto foca na extinção de feitos por conciliação, na desistência de recursos já interpostos, na não interposição de novos recursos e na extinção de execuções. 

O Banco Bradesco comprometeu-se a encaminhar, com periodicidade bimestral, planilhas detalhadas contendo a relação de processos com viabilidade de acordo e propostas de conciliação previamente analisadas pelo seu setor jurídico, priorizando a seleção qualificada de casos em vez do envio massivo de processos.

Fluxo operacional e execução estratégica

O fluxo de trabalho estabelece que o TRT-7, por meio do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) e da Divisão de Projetos Judiciários (DPJ), receberá as listagens para inclusão em pauta de conciliação, com notificação das partes com antecedência mínima de 10 dias úteis. 

Na fase de execução, o Tribunal utilizará ferramentas institucionais como o Projeto Garimpo para pesquisa patrimonial e saneamento de processos, ficando autorizada a dedução e compensação prévia dos depósitos recursais vinculados aos respectivos autos para o adimplemento dos acordos firmados, otimizando o arquivamento das ações.

Fotografia colorida em plano médio lateral de sete pessoas reunidas em torno de uma mesa branca em ambiente de escritório. Os participantes estão sentados em cadeiras pretas, analisando documentos e conversando, com uma televisão desligada ao fundo. Sobre a mesa, veem-se pastas, cadernos, copos com água, xícaras de café e pequenas porções de bolo.
Grupo discute detalhes do plano de trabalho para redução de processos

Precedentes qualificados e cronograma 

A cooperação também abrange a análise de informações relacionadas a temas jurídicos que possuam repetitividade ou relevância aptas à submissão às sistemáticas de precedentes qualificados, sob a responsabilidade da Divisão Geral de Precedentes (DGP) e do Núcleo de Cooperação Judiciária (NCJ). 

A perspectiva apresentada pela administração do Tribunal é que a celebração oficial do acordo ocorra em maio de 2026, com a designação dos gestores em junho, visando conferir maior celeridade processual e transparência à sociedade, aos advogados e aos jurisdicionados.

Presenças 

Participaram da reunião, o desembargador Durval César de Vasconcelos Maia (supervisor do Núcleo de Cooperação Jurídica - NCJ); o juiz Adalberto Ellery Barreira Neto (coordenador do NCJ); Marcus Rógenes Gomes Veras (diretor da Divisão de Projetos Judiciais - DPJ); Larissa Calheiros (diretora da Divisão de Gestão de Precedentes); José Ribamar da Silva (representante do Cejusc); Flávio Penna Mendonça (representante jurídico do Bradesco), além de integrantes da equipe da DPJ e NCJ