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TRT do Ceará participa do II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa

Duas mulheres sorridentes em primeiro plano posam para uma selfie em um auditório. Ao fundo, um telão azul exibe o título "II Encontro Nacional Mulheres na Justiça Restaurativa" sobre quatro grandes cadeiras clássicas de madeira escura e couro.
Magistradas Andrea Keust Bandeira de Melo (TRT6-PE) e Regina Gláucia Cavalcante Nepomuceno (TRT7-CE)

A desembargadora Regina Gláucia Cavalcante Nepomuceno, gestora regional do Programa Trabalho Seguro, representou o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE) no II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa. O evento teve início na quarta-feira passada (18/3) e finalizou a programação na sexta-feira (20/3), em Salvador.

Acesse as fotos do evento.

A indicação da magistrada foi formalizada pela presidente do TRT-7, desembargadora Fernanda Uchôa. O objetivo da participação institucional é promover a troca de experiências e boas práticas, destacando a contribuição feminina para uma Justiça mais humanizada e inclusiva.

A abertura no Fórum Ruy Barbosa foi conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador José Edivaldo Rotondano. O magistrado destacou o protagonismo feminino na cultura de paz. O encontro contou com a apresentação cultural do Afoxé Filhas de Gandhy e com o lançamento da sétima edição da Revista Consenso.

Plenário do Fórum Ruy Barbosa lotado com a plateia majoritariamente feminina em pé, voltada para a mesa de honra ao fundo. Um tapete vermelho central divide as fileiras de poltronas e conduz o olhar para o telão e as bandeiras coloridas que decoram o ambiente solene. A iluminação é clara e destaca a arquitetura clássica do salão com grandes janelas de madeira e detalhes no teto.
II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa reúne magistradas e servidoras em Salvador para fortalecer a cultura de paz no Judiciário

Durante a semana, o evento promoveu debates sobre liderança feminina e reflexões sobre desigualdades estruturais no sistema de justiça. A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Marluce Caldas, classificou a iniciativa como um momento histórico para a transformação do Judiciário.

Um numeroso grupo de mulheres, composto por magistradas e servidoras, posa para foto no salão nobre do Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. Muitas estão com os braços erguidos em sinal de celebração, preenchendo o espaço entre as fileiras de poltronas escuras e o telão ao fundo. O ambiente possui arquitetura clássica, com teto ornamentado, colunas claras e grandes janelas com cortinas vermelhas.
Magistradas e servidoras celebram o protagonismo feminino e o fortalecimento da Justiça Restaurativa durante encontro nacional em Salvador

Na sexta-feira (20/3), a plenária final contou com a leitura da "Carta das Mulheres da Justiça Restaurativa". Também houve o lançamento de obra sobre a história da prática na Bahia, de autoria da desembargadora Joanice Maria Guimarães de Jesus, presidente do Comitê Gestor do NJR2G-TJBA.

"A Justiça Restaurativa e o Programa Trabalho Seguro convergem no cuidado com o ser humano. Participar deste encontro nacional é uma oportunidade ímpar de fortalecer redes femininas que buscam transformar o Judiciário em um espaço de acolhimento, diálogo e construção de uma cultura de paz duradoura", destacou a desembargadora Regina Gláucia Cavalcante Nepomuceno.

Entenda o que é a Justiça Restaurativa

De acordo com a página do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violências. Mais do que uma técnica de resolução de conflitos, constitui uma abordagem que promove espaços de escuta, de responsabilização ativa e de fortalecimento das relações humanas e institucionais. 

No âmbito do Poder Judiciário, apresenta-se como uma possibilidade concreta de transformação das relações e das instituições, promovendo uma cultura de responsabilização, diálogo e reconstrução de vínculos.

Fotos: arquivo pessoal e TJ-BA

Assista ao evento no vídeo abaixo: