Desa. Roseli Alencar participa de evento do CNJ para incentivar mulheres no Judiciário
- Página atualizada em 17/03/2026
Nesta segunda-feira (16), a desembargadora e ouvidora da mulher, Maria Roseli Mendes Alencar, representando o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), participou da solenidade “Da Resolução à Transformação - 8 anos da Política de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário”, que ocorreu em Brasília.
O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reuniu conselheiras, magistradas, procuradoras, profissionais do direito e pesquisadores para debater os desafios da ampliação da presença feminina no Judiciário. A iniciativa buscou avaliar os avanços dos últimos anos e fomentar o diálogo sobre ações futuras voltadas à democratização e representatividade das mulheres no sistema de justiça.
Na abertura do encontro, a secretária-geral do CNJ, Clara Mota, ressaltou o papel fundamental das mulheres no Poder Judiciário para a construção de políticas de equidade, destacando a importância das conselheiras: Salise Sanchotene, Jane Granzotto, Maria Tereza Uille, Candice Jobim, Ivana Farina e Raquel Dodge. Na ocasião, foi reiterado que a promoção da igualdade de gênero deve ser tratada como uma diretriz de governança institucional. O tema é central para a gestão do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.
Foi realizada no dia, a cerimônia de aposição da fotografia da Ministra Rosa Weber na Galeria dos Presidentes do CNJ. Este momento possui um significado relevante para a preservação da memória do órgão, além de fortalecer o reconhecimento de trajetória de excelência e a valorização do protagonismo feminino no Poder Judiciário.
Ao encerrar o evento, o presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Fachin, declarou que os oito anos da política demonstram a importância de iniciativas institucionais voltadas à igualdade de gênero. “Esses oito anos [da Resolução] mostram que políticas públicas consistentes geram mudanças reais, mas também lembram que a transformação institucional é contínua. Iniciativas como esta olham para o futuro: um Judiciário mais plural, democrático e comprometido com a justiça”, comentou.
Foto 01 - desembargadora Roseli Mendes Alencar e Salise Monteiro Sanchotene, desembargadora federal do TRTF-4 , atuou como conselheira do CNJ.
Foto 02 - desembargadora Roseli e desembargadora do TRT 4 - RS, Tânia Regina Silva Reckziegel , foi a primeira ouvidora nacional da mulher do CNJ e atualmente ocupa o cargo de presidente do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum).













