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Desa. Roseli Alencar participa de evento do CNJ para incentivar mulheres no Judiciário

Desa. Tânia Regina Silva Reckziegel (TRT4-RS), 1ª ouvidora nacional da mulher do CNJ e atual presidente do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres ao lado da desa. Roseli Mendes Alencar (Ouvidora da Mulher do TRT7-CE)

Nesta segunda-feira (16), a desembargadora e ouvidora da mulher, Maria Roseli Mendes Alencar, representando o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), participou da solenidade “Da Resolução à Transformação - 8 anos da Política de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário”, que ocorreu em Brasília. 

O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reuniu conselheiras, magistradas, procuradoras, profissionais do direito e pesquisadores para debater os desafios da ampliação da presença feminina no Judiciário. A iniciativa buscou avaliar os avanços dos últimos anos e fomentar o diálogo sobre ações futuras voltadas à democratização e representatividade das mulheres no sistema de justiça.  

Desa. Salise Monteiro Sanchotene (TRT-4-RS, atuou como conselheira do CNJ) e desa. Roseli Mendes Alencar (Ouvidora da Mulher TRT7 - CE)

Na abertura do encontro, a secretária-geral do CNJ, Clara Mota,  ressaltou o papel fundamental  das mulheres no Poder Judiciário para a construção de políticas de equidade, destacando a importância das conselheiras: Salise Sanchotene, Jane Granzotto, Maria Tereza Uille, Candice Jobim, Ivana Farina e Raquel Dodge. Na ocasião, foi reiterado que a promoção da igualdade de gênero deve ser tratada como uma diretriz de governança institucional. O tema é central para a gestão do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. 

Foi realizada no dia, a cerimônia de aposição da fotografia da Ministra Rosa Weber na Galeria dos Presidentes do CNJ. Este momento possui um significado relevante para a preservação da memória do órgão, além de fortalecer o reconhecimento de trajetória de excelência e a valorização do protagonismo feminino no Poder Judiciário.

Ao encerrar o evento, o presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Fachin, declarou que os oito anos da política demonstram a importância de iniciativas institucionais voltadas à igualdade de gênero. “Esses oito anos [da Resolução] mostram que políticas públicas consistentes geram mudanças reais, mas também lembram que a transformação institucional é contínua. Iniciativas como esta olham para o futuro: um Judiciário mais plural, democrático e comprometido com a justiça”, comentou.

Foto 01 - desembargadora Roseli Mendes Alencar e Salise Monteiro Sanchotene, desembargadora federal do TRTF-4 , atuou como conselheira do CNJ. 

Foto 02 - desembargadora Roseli e desembargadora do TRT 4 - RS, Tânia Regina Silva Reckziegel , foi a primeira ouvidora nacional da mulher do CNJ e atualmente ocupa o cargo de presidente do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum).