Projeto Piloto promove integração entre Memória da Justiça do Trabalho e ambiente acadêmico
- Página atualizada em 10/03/2026
O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), por intermédio de sua Escola Judicial (Ejud-7) e da Divisão de Gestão de Memória, instituiu um projeto piloto voltado à valorização da história institucional e ao fortalecimento do diálogo com a sociedade.
A iniciativa visa valorizar a história institucional e fortalecer o diálogo com a sociedade ao incentivar magistrados e servidores docentes a utilizarem o acervo histórico da Justiça do Trabalho como ferramenta pedagógica. O projeto leva para a sala de aula o processo mais antigo da Justiça do Trabalho no Ceará, permitindo reflexões sobre a evolução das relações laborais no Brasil e debates acerca de temas como: o instituto da estabilidade decenal e a reintegração no emprego, além da gênese de conceitos contemporâneos, como o assédio moral.
Aplicação na prática
Como parte do cronograma acadêmico do Centro Universitário 7 de Setembro (Uni7), o projeto foi integrado à disciplina de "Relações de Trabalho e Negociação". No dia 5 de março, o auditório do curso de Direito contou com a participação da juíza titular da Vara do Trabalho de Limoeiro do Norte Daniela Pinheiro Gomes Pessoa e da servidora da Divisão de Gestão de Memória Cláudia Giovana Lopes para uma palestra técnica com os discentes. Na ocasião, foi explanado sobre o projeto piloto, cujo estudo baseou-se no processo mais antigo sob a guarda deste Regional, assim como o histórico da instalação da Justiça do Trabalho no Ceará. A iniciativa permitiu o debate de temas fundamentais para a formação jurídica dos estudantes.
Alinhamento institucional
A iniciativa observa as diretrizes da Resolução nº 324/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória (Proname). Tais normativos orientam a preservação, a difusão e o acesso ao patrimônio histórico e cultural do Poder Judiciário.
Com essa ação, o TRT-7 (CE) reitera seu compromisso com a transparência e com a função social da memória institucional, consolidando a integração entre a prática judiciária e a produção de conhecimento acadêmico.













