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TRT-CE debate Neurociência para aprimorar julgamentos no 1º dia da Semana de Formação

Uma foto registra o auditório da Escola Judicial do TRT-CE durante o Workshop "O cérebro que julga". O palestrante, à direita e de terno, fala ao microfone em frente a uma tela de projeção com o logotipo da EJUD e o tema Neurociências para Juristas. Vários magistrados assistem à palestra, vistos de costas, sentados nas primeiras filas.
Magistrados participam do workshop "O cérebro que julga", promovido pela Escola Judicial do TRT-CE

Aconteceu nesta terça-feira, 11 de novembro, o primeiro dia da Semana de Formação Continuada de Magistrados do Trabalho da 7ª Região. O evento é voltado para o aprimoramento da Justiça do Trabalho do Ceará, promovido pela Escola Judicial (Ejud-7). Cerca de 50 magistrados da capital, região metropolitana e interior do estado compareceram ao auditório do Tribunal, ressaltando o compromisso da magistratura cearense com a atualização constante.

Veja mais fotos aqui.

Estiveram presentes na solenidade de abertura, integrantes do Conselho Consultivo da Escola Judicial, os desembargadores Paulo Régis Machado Botelho (diretor da Ejud7) e Antônio Teófilo Filho, a coordenadora pedagógica juíza Laura Anisia Moreira, juízes Rossana Talia Gomes, Adalberto Ellery Barreira e Raquel Carvalho Vasconcelos, além do presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho da 7ª Região (Amatra 7), Hermano Queiroz Junior.

Foto em plano médio frontal de dois homens em pé, em frente a uma tela de projeção com o tema "O CÉREBRO QUE JULGA - NEUROCIÊNCIA PARA JURISTAS". À esquerda, o desembargador Paulo Régis Machado Botelho, de terno cinza claro e gravata azul, segura um microfone. À direita, o juiz Rosivaldo Toscano Júnior, de paletó preto e gravata vermelha, sorri discretamente, olhando para frente.
Diretor da Ejud-7, des. Paulo Régis (E), e o juiz Rosivaldo Toscano Júnior (D)

O desembargador Paulo Régis Machado Botelho, diretor da Ejud-7, aproveitou a abertura do encontro para falar do calendário da Escola para o ano de 2026. Mencionou, ainda, o lançamento de nova revista da Escola Judicial, que deve ser consolidado no próximo ano. “A revista visa exteriorizar o pensamento dos colegas sobre determinado tema para marcar a voz da nossa região em termos de jurisprudência”, mencionou o diretor da Ejud 7.

Quanto à Semana de Formação Continuada, Paulo Régis ressaltou a necessidade de alinhamento e debate, respeitando a independência da magistratura de primeiro e segundo grau. A programação do encontro segue até o dia 14 de novembro, com um cronograma que inclui temas como letramento de gênero e raça, saúde mental e o uso de tecnologias e inteligência artificial no contexto judicial.

O juiz Rosivaldo Toscano Júnior, vestido de paletó preto e gravata vermelha, está em pé em um auditório, gesticulando enquanto profere sua palestra. Atrás dele, uma tela de projeção exibe em letras brancas a pergunta "COMO SEU CÉREBRO JULGA?". Em primeiro plano, parte da cabeça de um participante, vista de costas.
Rosivaldo Toscano Júnior é juiz de Direito do TJ-RN

Workshop "O cérebro que julga"

No primeiro dia do evento, os magistrados participaram do Workshop: "O cérebro que julga", ministrado pelo juiz de Direito do TJ-RN, Rosivaldo Toscano Júnior. Com uma abordagem dinâmica, o juiz iniciou sua apresentação pedindo aos participantes que respondessem a uma pesquisa por meio de um formulário eletrônico, instigando a reflexão imediata sobre os temas a serem abordados.

Rosivaldo Toscano abordou a intersecção entre Direito e Neurociências. Ele destacou a "difícil tarefa de julgar", ressaltando que o magistrado, por ser humano, está sujeito a vieses cognitivos, preconceitos e raciocínios motivados. O palestrante sublinhou que os julgamentos são permeados por afetos e intuições, afirmando que "Somos o resultado do que deixamos de ser", reforçando a necessidade de autoconsciência no exercício da jurisdição.

 A foto em primeiro plano, na altura do busto, mostra a juíza do trabalho Rafaela Soares Fernandes atenta. Ela tem cabelos escuros e ondulados, usa óculos de armação geométrica preta e veste uma blusa preta de estilo colete. Ao fundo, embaçados, outros participantes sentados no auditório.
Rafaela Soares Fernandes é juíza vinculada a 11ª Vara do Trabalho de Fortaleza

Avaliação dos participantes

A juíza do trabalho Rafaela Soares Fernandes, vinculada a 11ª Vara do Trabalho de Fortaleza, comentou sobre a relevância do tema: "O workshop sobre o 'cérebro que julga' nos mostrou como emoções, memórias e vieses influenciam nossas decisões. Esse conhecimento amplia a autoconsciência e favorece uma atuação mais equilibrada, empática e imparcial, aprimorando a qualidade da justiça que prestamos."

A magistrada também reforçou a importância da iniciativa institucional da Escola Judicial: "A Semana Institucional é muito importante, pois é um momento de atualização e aprimoramento para a magistratura, que permite ampliar conhecimentos, trocar experiências e fortalecer laços entre colegas, renovando o compromisso com uma atuação mais ética, eficiente e humana."