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Ejud-7 inicia o 1º Ciclo de Estudos Temáticos voltado a desembargadores do TRT-CE

Fotografia de plano aberto da Sala de Sessões do Tribunal Pleno, onde magistrados estão sentados em torno de uma grande bancada em formato de "U". O ambiente formal contém laptops, livros jurídicos e as bandeiras do Brasil e do Ceará ao fundo. Na parede central, destaca-se a inscrição "Sala de Sessões Desembargador Paulo da Silva Porto".
Compareceram os 14 desembargadores do TRT-CE

A Escola Judicial do TRT da 7ª Região (Ejud-7) iniciou, nesta segunda-feira (19/1), o 1º Ciclo de Estudos Temáticos do Segundo Grau de Jurisdição, voltado exclusivamente aos desembargadores da Corte, que compareceram em sua totalidade. O evento, realizado em parceria com a Comissão de Jurisprudência, dedica o primeiro dia de debates a temas da fase de conhecimento e a terça-feira (20/1) à fase de execução. Embora as discussões não gerem efeito vinculante nos julgamentos, a iniciativa tem o objetivo de amadurecer os entendimentos sobre temas recorrentes e fortalecer a segurança jurídica no âmbito do Regional.

Fotografia em plano médio da desembargadora Fernanda Uchôa, uma mulher de pele clara e cabelos castanhos, vestindo um blazer bege. Ela está sentada em uma cadeira de couro preto, com o olhar voltado para baixo enquanto lê um documento que segura com as duas mãos. À sua frente, há um microfone de mesa e, no canto inferior, uma placa com seu nome.
A presidente do TRT-CE, desa. Fernanda Uchôa, durante a abertura do 1º Ciclo de Estudos Temáticos

A presidente do TRT-CE, desembargadora Fernanda Uchôa, destacou que o ciclo representa um marco para o fortalecimento do Regional. Segundo a magistrada, a iniciativa cria um ambiente essencial de diálogo diante das responsabilidades do Tribunal: “Pela complexidade e pela responsabilidade inerentes, o Segundo Grau demanda espaço próprio, permanente e qualificado de reflexão coletiva, que nos permita não só o debate técnico aprofundado, mas também o amadurecimento institucional da nossa jurisprudência”, afirmou. Ela reforçou que a proposta busca responder à sociedade com ética, eficiência e segurança jurídica, consolidando o compromisso com a formação qualificada.

Close-up do desembargador Paulo Régis Machado Botelho, diretor da Escola Judicial. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata azul com detalhes listrados. O magistrado está falando ao microfone, posicionado atrás de um monitor de computador. Ao fundo, parte do letreiro prateado da Sala de Sessões é visível na parede cinza claro.
Diretor da Ejud7, des. Paulo Régis Machado

O diretor da Escola Judicial, desembargador Paulo Régis Machado Botelho, reforçou que a iniciativa busca otimizar os trabalhos e garantir maior previsibilidade através da uniformidade institucional. Segundo o diretor, o ciclo foi gestado para ser um ambiente de diálogo leve e produtivo, respeitando a independência funcional, mas buscando aproximar entendimentos. "O intuito é espraiar experiências e caminhar para uma visão mais coesa do nosso Regional, facilitando o dia a dia da prestação jurisdicional com humildade e espírito colaborativo", pontuou o magistrado ao detalhar a dinâmica de debates do evento.

Com carga horária de nove horas-aula, o Ciclo de Estudos inaugura um espaço inovador e estruturado de reflexão coletiva, destinado ao aperfeiçoamento contínuo das decisões colegiadas. A proposta permite que os membros da Corte debatam as colisões de entendimento detectadas entre as turmas, promovendo um alinhamento interpretativo que respeita a pluralidade de visões.

Nesta primeira edição, o ambiente de estudo foi concebido para ser um facilitador institucional, buscando a consolidação de uma jurisprudência estável e íntegra, essencial para a realidade social atendida pela 7ª Região.