Após a Justiça do Trabalho operar em 100% pelo Processo Judicial eletrônico (outubro de 2017) e a inauguração da versão 2.0 pelo PJe em quatro TRTs (dezembro de 2017), o balanço de fim de ano trouxe mais um motivo para comemoração por parte da equipe. A pesquisa de satisfação aplicada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho, nos meses de outubro a dezembro 2017, superou metas de 2020.

A pesquisa com usuários internos deu um salto de qualidade. Se, em 2016, a satisfação de magistrados e servidores era de 30,79%, em 2017 esse índice aumentou em 133% e atingiu a marca de 71,98%. Os participantes também aumentaram de 5,9 mil para 6,5 mil pessoas, ou seja 10%.

A avaliação dos membros e servidores do Ministério Público do Trabalho e dos advogados, público externo, também aumentou consideravelmente. Os percentuais foram de 37,23% em 2016, para 61,07%, em 2017, o que evidencia um aumento da avaliação positiva em 64%. Os participantes externos cresceram em mais de 3 mil pessoas: de 12,5 mil para 15,7 mil advogados e membros e servidores do MPT, ou seja, 25% em um ano.

O coordenador nacional do PJe na Justiça do Trabalho, juiz auxiliar da presidência do TST e do CSJT, Fabiano Coelho de Souza comemora os números. "A percepção do usuário mostra o acerto das estratégias que adotamos. No ano passado, incluímos a advocacia pela primeira vez na pesquisa e isso permitiu mapear melhor as necessidades dos usuários”.

Para o magistrado outro ponto importante é o indicador expressivo de participação do MPT que mostrou a importância do MNI (modelo nacional de interoperabilidade) para grandes usuários e permitiu que priorizar a funcionalidade para a AGU e disponibilizar agora na última versão do PJe.

“A pesquisa de 2016 apontou que o usuário achava o PJe lento e, assim, trabalhamos um conjunto de medidas que funcionaram no ganho de performance. Agora vamos esmiuçar a pesquisa para que no ano que vem o sistema seja aperfeiçoado, sempre buscando a satisfação dos usuários", concluiu.

(Gabriel Reis - CSJT) 

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